
|
|
|
|
|
|
Plantão |
|
|
Rio recebe prostitutas de todo o país para Encontro Nacional Regulamentação da profissão é tema do evento promovido pela ONG Davida 28/11/2008 Cinqüenta prostitutas de 17 estados abrem na próxima terça-feira, no Rio, o IV Encontro da Rede Brasileira de Prostitutas, promovido pela ONG Davida no Rio’s Presidente Hotel, Praça Tiradentes. Com o tema “Profissão Meretriz”, o evento vai abordar assuntos como o impacto das leis e da ordenação pública no trabalho sexual, as parcerias governamentais e privadas em áreas como saúde e cultura, e tratará também da violação dos direitos humanos e do estigma das profissionais do sexo. Na abertura, o Encontro terá a presença do presidente da OAB-RJ, Wadih Damous, do chefe da Unidade de Prevenção do Programa Nacional de DST e Aids, Ivo Brito, de Alanna Armitage, representante do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), da diretora do Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro, Beatriz Kushnir, e da diretora da ONG Davida, Gabriela Leite. O deputado Fernando Gabeira, autor do projeto de lei que formaliza as relações de trabalho na prostituição, enviará mensagem gravada porque estará fora da cidade. Também participam do debate representantes do Ministério do Trabalho, da Fundação Cultural AfroReggae, da Rede de Trabalhadoras Sexuais da América Latina e do Caribe (RedTraSex), e da NSWP, uma rede mundial de prostitutas com sede em Londres. “As prostitutas brasileiras representam 20 associações, totalizando 25 cidades das cinco regiões do país”, destaca Gabriela. “São mulheres que vivem realidades distintas, como a batalha em garimpos no Pará e conflitos de fronteira em Corumbá (MS). Outras vivem nas capitais e no interior de São Paulo, e todas batalham pela regulamentação da profissão”. Resultados preliminares de pesquisa-piloto realizada no Rio apontam que seguranças de lojistas intimidam prostitutas sob o pretexto de dar segurança, mas restringem a liberdade delas de ir e vir, e que delegacias se recusam a assinalar a profissão de “prostituta” em boletins de ocorrência. Outro estudo revela que o possível fechamento da boate Help resultará na migração de prostitutas para as ruas e áreas onde são exploradas. Na ocasião será anunciado o estudo, que se realizará no ano que vem, sobre violações dos direitos humanos de prostitutas em 11 capitais do país. O documento final incluirá linhas de ação da Rede Brasileira para os próximos anos, como a batalha pela regulamentação da atividade. Além disso, os convidados poderão assistir à apresentação das Mulheres Seresteiras, grupo composto por prostitutas cantoras, sexta-feira à noite, na Rua Imperatriz Leopoldina, na Praça Tiradentes. O evento vai até sexta-feira, dia 5, e conta com o apoio do Programa Nacional de DST e Aids do Ministério da Saúde, da Fundação Ford e da Fase. Serviço: Informações e credenciamento da imprensa: Flavio Lenz – Davida flavio@davida.org.br Mais Informações: APPROACH Alice Godefroid (alice.godefroid@approach.com.br) e Consuelo de Magalhães (consuelo.magalhaes@approach.com.br) Tel.: (21) 3461-4616, ramais 107 e 126 www.approach.com.br |
|
