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Março de 2007 |
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Camila caindo na vida “Foi o meu antes e depois para esse trabalho”. Assim, Camila Pitanga definiu suas visitas à ONG Davida, onde papeou e se divertiu muito na preparação para a personagem Bebel, que encena em Paraíso Tropical. Depois dos encontros, Camila passou a defender, publicamente, a regulamentação da profissão. “Quebrei meus preconceitos, me livrei do estereótipo da prostituta coitada, lasciva”, afirma sem pudor. Viva Camila! |
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“Há feministas que defendem todas as mulheres e outras
que só defendem as que consideram boas. Elas aprenderam que
há mulheres boas e outras más” Margarita Carreras, prostituta espanhola |
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INSS rejeita CBO A Associação Sergipana de Prostitutas (ASP) denuncia: o INSS no estado se recusa a aceitar inscrições de autônomos como profissionais do sexo, categoria reconhecida desde 2002 na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO) do Ministério do Trabalho. A alegação é que não consta no sistema a ocupação 5198. Avisado, o Ministério da Previdência Social ainda não se manifestou. |
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Globo ataca prostitutas Na semana do Dia Internacional da Mulher, a TV Sergipe, afiliada da Globo, veiculou matéria depreciativa sobre as prostitutas, associando a categoria ao tráfico de drogas e a exploração sexual de menores. A denuncia é novamente da ASP, que registrou queixa e terá o caso acompanhado pela Comissão de Direitos Humanos da OAB no estado. |
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No forno Já está na Editora Objetiva a primeira das três partes do livro de Gabriela Leite sobre sua trajetória pessoal e profissional, incluindo a militância no movimento de prostitutas. Um grande trecho foi escrito num hotel de Penedo, junto ao Parque Nacional de Itatiaia. “No Rio é quase impossível”, diz Gabriela. |
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De Corumbá para o mundo Prostitutas de Pune, na Índia, assistiram ao documentário sobre o Projeto Encontros, que apoiou organização e ações de prevenção da categoria em Corumbá (MS). Segundo Carlos Laudari, que viajou em missão da Pathfinder Internacional e levou o filme, foi “palpável a identificação com os depoimentos das brasileiras”. O frisson, conta, rolou nas cenas em que apareciam as meninas de roupas íntimas, porque “é raríssimo as prostitutas na Índia se despirem para ter relações com seus clientes”. |
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Na Zona Continua sem autorização para funcionar a Rádio Zona, da Associação de Prostitutas da Bahia. Depois de obter apoio técnico e financeiro do Ministério da Cultura, a rádio não recebeu concessão do Ministério das Comunicações, que errou ao confundir a posição da antena de outra rádio comunitária, a Mussurunga, que fica a 30 quilômetros do Centro de Salvador, área da Zona FM. A Aprosba já pediu a retificação ao governo. |
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Na Internet Enquanto o governo não arruma a sua própria zona, a Zona da Aprosba vai para a Internet. No 1º de maio, feriado dos trabalhadores, a rádio passar a ser transmitida na web. Vai começar com programação no horário comercial, pautada pelas prostitutas e por outras comunidades do Centro da capital baian |
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Que onda... A Prefeitura do Rio está construindo postos de salvamento na Praia do Flamengo, que mal tem ondas por estar em plena Baía de Guanabara. Além do mais, o mar poluído não é recomendado para banho. Enquanto isso, o tratamento das águas do Rio Carioca, que deságua na mesma praia, foi interrompido. |
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